
Tenho pressa de alcançar, não tenho vontade de correr, quero tudo o que me podem dar, quero tudo o que não posso ter.
O relógio conta as horas, de mansinho vou-me apercebendo que já passou tanto tempo e eu continuo aqui, sentado no cume deste monte chamado solidão, sentindo o que sempre senti, vivendo o que sempre vivi. Tempo a mais para quem enfrenta a solidão é apenas um segundo de sopros de desespero do coração.
Por mais montes que queira ultrapassar, tenho que aprender a evitar este árido cume e viver calmamente, um segundo de cada vez no fértil vale da felicidade.
Porque um segundo que paras são 60 segundos que perdes, eu não quero perder nem um minuto no cume da montanha.
O relógio conta as horas, de mansinho vou-me apercebendo que já passou tanto tempo e eu continuo aqui, sentado no cume deste monte chamado solidão, sentindo o que sempre senti, vivendo o que sempre vivi. Tempo a mais para quem enfrenta a solidão é apenas um segundo de sopros de desespero do coração.
Por mais montes que queira ultrapassar, tenho que aprender a evitar este árido cume e viver calmamente, um segundo de cada vez no fértil vale da felicidade.
Porque um segundo que paras são 60 segundos que perdes, eu não quero perder nem um minuto no cume da montanha.

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